Ode ao Dia

by 6

/
  • Streaming + Download

     

1.
02:54
2.
04:49
3.
4.
03:05
5.
04:07
6.

about

credits

released May 2, 2011

Gravado e Produzido por 6, de Março de 2010 a Abril de 2011.

tags

license

about

6 Lisboa, Portugal

contact / help

Contact 6

Streaming and
Download help

Track Name: Manifesto
Se tu não acreditares em mim
Podemos sempre dar outra demão de verniz
E sermos para sempre um divã
De coisas e causas perdidas
Onde vamos todos picar
O nosso ponto final
Track Name: Cosmo
Eu também sei,
Isso sou e fui,
E se quiseres assim
Eu não tento.

Mas noutro fim,
Para ti ergui,
Uma aventura eterna
Pelo espaço e tempo


Deixa isto
Vem comigo


Eu já não sei
O que eu não vi não vi
O paradigma é teu
Para culminar

Mas no fim de tudo
É de mim para ti
Entra na supernova
Para a nossa vertigem

Vem comigo
E deixa isto
Vem comigo
E deixa isto

Deixa isto
Vem comigo
Eu vim de mala pronta
Para fugirmos deste bar,
Mas a luz do teu vestido não me deixa pensar
Eu queria roubar-te a alma para inspiração.

Vou antes levar-te o pulso ao coração.
Track Name: Capitão Solidão
Nesse dia eu queria sofrer
Mas perdi para ti nesse jogo do ganhar a perder
Ao gostares de cair,
À tua própria procura.
Se quiseres a razão, se quiseres um cão,
Não tos dou eu, não não.
Capitão Solidão,
Contacta alguém.

Quando a mágoa fluir só te afogas tu
Quando a mágoa fluir só te afogas tu

Oh meu capitão
Herói da nossa atenção
Ai solidão
A noiva do teu coração vale sete palmos de chão
Track Name: Um Deus
Eu inventei
Um Deus para estar entre mim e ti.
És meu amigo,
Mas nunca te ouvi.
Morreste pelo céu, eu morreria por ti.
Track Name: Cabrão
É uma lenda: ninguém perdeu.
Uma contenda com nenhum dos meus.
E só me dói o coração na razão
Entre o ventríloquo e de quem é a mão.

De tanto nos queimares
Tu deves ter tanta fé na nossa humanidade.

Mas olha lá ò meu cabrão,
Por cobardia e negação
Vou imaginar-te nesta canção.
Se o primeiro cai, outros seguirão.

Que queres vender,
Que queres interpretar,
Numa verdade tão elementar?
Uma sub-mentira,
Uma quase-verdade,
Uma p’ró ardina,
Outra p’ró chefe de estado.

De tanto nos queimares
Tu deves ter tanta fé na nossa humanidade.
E de tanto insistires deves morrer,
Porque a verdade está morta ao teu lado

Mas olha lá ò meu cabrão
A causa do mal é o teu pequeno senão
Vou exorcizar-te desta canção.
E quando tu caíres, não te acharão.

Olha lá ò meu cabrão!
Olha lá ò meu cabrão!
Olha lá ò meu cabrão!
Olha lá ò meu cabrão!
Track Name: Fantasma-Irmão
Eu sou o sal que te falta,
Eu sou o sangue na mão,
E o teu deus que se foda,
Eu tenho aqui um irmão.
Não há benção que ele queira,
Não tem clube ou fervor,
Ele é a vingança de quem morreu por amor.